Bombeiros Voluntários de Cacilhas

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mas vamos...

Mensagem do Comandante

Foi com a emoção própria do acontecimento que tomei posse do cargo de Comandante no dia da comemoração do 119.º Aniversário, tendo esse dia sido um marco importante na minha vida pessoal, como para a vida da Associação, pois via nesse dia ser nomeado o décimo primeiro Comandante da sua longa e rica história. Ser o décimo primeiro Comandante dos Bombeiros Voluntários de Cacilhas é por si só um enorme desafio, pois suceder a Comandantes como António Feio, Eduardo Alves, Jesofredo Serra da Silva e Clemente Mitra traduz um enorme peso nos galões que «usamos» ao comandar os elementos deste Corpo de Bombeiros.


Agora, passado um ano da tomada de posse, chega a altura de celebrar os cento e vinte anos da nossa Associação, que ao longo da sua imensa história de altruísmo, coragem, abnegação e espiríto de missão, foi apoiada por inúmeras gerações de homens e mulheres que elevaram bem
alto o lema e nome dos Bombeiros de Cacilhas.


Esta corporação foi no passado, é no presente e continuará a ser no futuro uma referência nos Bombeiros do Concelho, do Distrito e do País, pois tem sabido acompanhar a evolução técnica e operacional e as várias transformações institucionais que temos vivido ao longo destes anos. Dispomos hoje de um quartel sede adequado á nossa grandeza, de uma frota de viaturas operacionais vasta e moderna, de um património histórico incomparável a nível nacional, mas, acima de tudo, orgulho-me de comandar homens e mulheres ao serviço da Associação que continuam a dignificar e a honrar as pessoas que há cento e vinte anos decidiram juntar-se numa barbearia em Cacilhas para fundar a Associação de Beneficência, Serviço Voluntário de Incêndios,
que infelizmente e por força da legislação actual foi obrigada recentemente a mudar o nome para Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Cacilhas.


Aos homens e mulheres que durante estes cento e vinte anos contribuíram, directa ou indirectamente, para que os Bombeiros de Cacilhas sejam hoje a grande Casa da Solidariedade e que se dedicaram a ela, com todo o seu esforço, zelo, aptidão e conhecimentos, prescindindo das suas horas de descanso e da presença dos seus familiares, para todos eles a minha mais sincera gratidão.


O Comandante
Miguel Pereira da Silva